Este estudo evidencia o impacto que dor cervical tem na perfusăo sanguínea dos nossos cérebros; a perfusăo sanguínea cerebral nestes casos refere atividade cerebral na razăo inversa, ou seja, quanto menos perfusăo sanguínea, menor a atividade cerebral. As zonas cerebrais que se verificaram estar mais comprometidas nos grupos de maior dor cervical revelaram menor perfusăo dos lobos cerebrais frontais (execuçăo e cogniçăo) e parietal (sentido de espaço e percepçăo do corpo)-. Este estudo demonstra o impato que os nossos tratamentos no alívio de dor cervical podem ter no cérebro do indíviduo. -Bakhtadze M., et al. Cerebral perfusion in patients with chronic neck and upper back pain: preliminary observations. (2012). J Manipulative Physiol Ther. 35(2):76-85.

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